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sábado, 30 de outubro de 2010

Desejos noturnos



Desejos enegrecidos insensatos
Pele com pele, vontade do tato
Atração infindável de contato
nem Sonho nem pesadelo, um fato
O suor entre repetitivos movimentos
a água entregue a um andarilho sedento
O sangue a escorrer, desejo brutal ostento
Mordidas e beijos, carinho violento
O sangue e suor escorrendo pelo corpo
A sensação de estar vivo mesmo estando morto
A macabra cena daquele mórbido coito
A vampira com o lobo sob o luar
A vampira com o lobo não para de gritar
A vampira com o lobo sempre a uivar

By:Douglas Canalli s2

Poesia inacabada

*apenas um poeta sem idéias
falta de palavras nada a mente
Não existe
Em vasta imaginação
procuro na solidão
um pouco de inspiração
Com a mente vazia
O desejo ardia
Mas eu nada fazia
Tanto no que pensar
Nada a ganhar
exceto o prazer de rimar
As horas vão passando
Eu ainda pensando
O sol está nascendo
E eu adormecendo
Frustração continuada
Apenas uma noite parada
Sem conseguir pensar em nada
De súbito a idéia aparece
O cansaço o consome enfim
O poeta falece
antes de chegar ao fim

By:Douglas Canalli s2

terça-feira, 10 de novembro de 2009


Sentimentos Mortos

Tudo o que desejo é morrer,
Perecer pelo desejo de te ter,
Desmerecer a vida e conquistar a morte.
Meu corpo não mais me obedece,
Meu coração, meus pensamentos a você pertencem,
Minha alma é a única coisa que vaga,
Vaga sem rumo, me buscando, ti buscando, vagando.

O sentido de viver penso que seja morrer,
E o sentido de morrer talvez seja viver.
Um completa o outro,
E juntos nenhum sentido fazem.
É como se você fosse a vida eu a morte,
Que seria da vida sem a morte,
O que seria da morte sem a vida.
Juntos nos completamos,
E na nossa junção ninguém nos entenderia.
Dane-se, pois finalmente eu lhe teria.

Tenho as características de um poeta melancólico,
Não expresso alegria em minhas palavras,
Mais como poderia eu demonstrar um sentimento que não possuo,
Não tenho a alegria de te ver, não tenho a alegria de te ter,
Não tenho alegria em viver.
Por isso espero a alegria de morrer, para quem sabe,
Em seus pensamentos repousar.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Cálice de veneno


Envenenarei minha saudade

Com um cálice de amargo fel,

para matar esta saudade que

descrevo em um pedaço de papel.

Envenenarei minhas lembranças

com um cálice transbordando

de esperanças, para que morram

esperando, no tempo e na distância.

Envenenarei minha dor

com um cálice de doce veneno

para aliviar o sofrimento que habita

em meu peito.

Envenenarei o amor que sinto

em um cálice de vinho tinto,

brindando a morte de um sentimento

que a muito vem me ferindo.

Brindemos ...cálice de veneno,mato a mim mesmo,envenenando estes sentimentos.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Compromisso


O amor é eterno enquanto dura...
Quem nunca escutou isso antes?
Amor e sentimento tão bonito,nós que estragamos ele.
Samos nós os amantes iludidos,pelo que vemos e acreditamos ser verdade...
O amor verdadeiro e puro é aquele que nasce do coração sem interesse cor,social etc...
Verdadeiro amor e aquele que você vive corre perigo e se arrisca sabendo que pode quebrar a cara..
Paixão palavra forte não?!
Mais é oq que maioria sente...não éo amor em estado bruto e sim sua consequência!
União assusta...entregue-se para sua prisão sem volta.............

Desesperos de um silêncio profundo



Parte I
(Apenas uma criança)

Esperando...
A felicidade voltar com o tempo.
Desvanescer o estado de isolamento,
Virar pó esse ciclo de confusão.

Querendo dormir...
desolada ao escuro,
Nenhuma luz que possa erguê-la,
além do firmamento deste pesadelo...

O dia vira noite, assim como a verdade, ilusão;

Como podemos despejar em uma criança,
O desespero de uma vida?
Como podemos nos sentir capaz de largá-la no escuro
com todos os seus sonhos esparramados pelo chão?
Como podemos ensinar o silêncio da solidão
e largá-la sozinha sem ao menos estender a mão?

Se você é mais um que vê isso acontecer e não faz nada,
Eu sinto muito.


Parte II
(Também mulher)

Os traços de seu rosto,
tem deixado-me em um estado de inspiração sem retorno.
Perco o controle quanto as minhas preocupações,
Esqueço que estou a cuidar de uma criança,
Com rosto de mulher,

Irmão, homem, namorado, amigo, o que sou ja não sei;
E tudo isso já nem quero ser,
Tudo o que quero é estar do seu lado,
E estar do seu lado eu estarei,

Como posso deixar de te tocar,
Se é todo o meu amor que te envolve?
Como posso te tocar,
se assim o fizer desejarei cada parte do teu corpo?!
Como posso te desejar,
Se o que mais quero é te fazer vencer esta guerra?!
Como posso lutar por você?!

Existem problemas,
Que mesmo que eu fosse um super-homem,
Eu não conseguiria entender.


Parte III
(Depressão)


Feito uma fera sem instinto,
Você passa do céu ao inferno,
Da verdade à insanidade,
Do amor ao suicídio,
Da confusão ao desespero!
Do desespero ao aborto do medo,
Da vida para a morte!
Da morte ao silêncio,

Ah meu Deus, onde está o divino som da Tua voz?!

Como posso ficar parado vendo você morrer,
Definhar sua alma como areia no tempo?!
Como posso não dizer para você,
Que não há ninguém que possa te salvar de si mesma?!
E que as respostas para todas as mentiras estão aí dentro,
do seu coração.

Desconectada do mundo que te envolve,
Sua alma parece beirar as portas do outro mundo,
Já não te enxergo por aqui,
Não te sinto mais ao meu lado,

Como quer que eu não lute por você,
pensa que vou te esquecer na escuridão?!
Como faço para que as minhas palavras,
Alcancem o fundo da sua alma?!
Como faço para romper a prisão de vidro,
Que habita o seu coração?!

O que mais quero,
É poder te ver bem,
Sempre que puder.


Parte IV
(As madrugadas)


Lutando contra as regras do seu sono,
avançando contra os limites de seu corpo,
sinto que tem desejado adiantar o próprio fim,
Tem recolhido cada um de seus sorrisos,
Enterrado cada um de seus desejos,
Encerrado cada uma de suas orações,
derrubado todo tipo de esperança,
Cantando suas memórias em tom de despedida...

Como pretende amar a Deus,
Se mal consegue ser amada pelas pessoas que te rodeam?!
Como pretende ouvir a voz de um Todo-Poderoso,
Se não acredita na renovação do seu ser?!
Como pretende que Deus te ame,
se sua devoção fede o desejo de morte?!

Se não pode sentir o meu amor,
Então ouça o eco das palavras de meu coração,
tão incompreendido.

O tempo passa rápido demais,
Para esperarmos que nossos desejos sejam realizados.


Parte V
(O fim do Poço e um punhado de orações partidas)


Apenas o silêncio...
O escuro...
E o receio pelo fim.

Pedir perdão pelo o que não fez não consola,
Apenas aumenta a culpa,
O desânimo tem tomado forma,
Vejo-te em uma guerra:
Não sabes qual é o teu inimigo,
E nem o porquê está lutando...

Pobre fantoche do destino,
Pena de si mesmo,
O fim do poço e um punhado de orações partidas.


Parte VI
(Avançando contra os inimigos)

Cara a cara com a morte,
Beije a sua face e vire de costas para a sua foice!
O seu desespero conta as boas novas de que ainda não desistiu,
Suas esperanças de alguma maneira,
Não permitiram queda,
Não! O seu mundo não caiu!

Avançando contra os inimigos,
Envie qualquer tipo de falta de sorte aos quintos dos infernos,
Sei que está de pé e de cabeça erguida,
Mesmo no fundo do poço.

Cinco fragmentos de referência em contagem regressiva:

v Cinco:

"O mundo está vazando
Desordem mental
Encare os fatos, é verdade.
Estamos lidando com uma falta de ordem"

v Quatro:

"Próximo da ponte,
Andando sem muita segurança,
Não pode segurar-se na beirada,
Você está em um piso escorregadio,
Pensou ter visto o sinal,
Talvez para te avisar,
Que a maldita ponte está cedendo,
Com o objetivo de te engolir".

v Três:

"O amanhã parece não tão certo,
Caí dentro de um gigante quebra-cabeça
Sem dizer,
Que eu preferia estar onde ninguém
Pudesse alcançar meus pensamentos"

v Dois:

"Então, escuto você dizer: descanse, descanse.
Eu serei sempre o único,
Sem amor".

v Um:

"Dentro de mim,
Nada além de sonhos despedaçados
Nada parece real
Meu coração apenas não sente mais"

"APENAS NÃO DESISTA,
SEJA CAPAZ DE ENXERGAR O ALVORECER VERMELHO ALÉM DAS LINHAS INIMIGAS"

"Maré de lamentações abençoando as estrelas
Por favor, não pense que vou te abandonar.
Preciso libertar você de acreditar nas mentiras que sua mente criou, contra você mesma...

"Chuva,
De pé no campo principal,
Nós sentimos a chuva que cai,
Remanesce os restos seus e meus.
Como pode se livrar desta prisão de vidro?
Como pode ir, se seu verdadeiro sorriso está morto em seu coração?
E se eu estiver errado? E se todos nós estivermos errados?"

"Meu anjo, seu sangue está caindo,
Não conseguirá morrer agora,
Continue a trajetória de super-herói no mundo real,
Resista à falta de resistência,
Preze sua honra!"


Parte VII
(Colecionador de tesouros)

Eu encontrei cada um de seus sorrisos perdidos,
Tenho os guardado aqui comigo,
A prova do tempo e da distância,
Eu sei que você se perde
e que poucas vezes se lembra do que faz
no exato momento que faz.
Coleciono as partes de você,
Partes que você deixa pelo caminho,
Na esperança de te rever inteira novamente.

Pôr-do-sol para todos nós,
A noite está apenas começando,
Não sabemos se o sol voltará amanhã,
E pouco sabemos se o fato dele voltar,
influenciará em nossos humores abalados.

Tenho reservado uma parte do meu coração,
Violentando todo o meu corpo,
Estou colecionando os seus valores,
E guardando dentro de mim mesmo,
Meu corpo não os aceita,
Não concorda,
Ele diz que não posso guardar tesouros que não são meus.
Mas para o dia de hoje eu dou boa noite
E enfrento à minha maneira
essa distinta turbulência.


Parte VIII
(Vazio no escuro: minha oração)


Hey você, hey você
Estou bem aqui
Sua consciência desvanecendo-se
Dificulta meus conselhos,
Criando uma névoa entre seus olhos e o fundo do seu coração.

Oh Senhor
Ajude-nos.
É ela:
Confusa
Cabeça balançada
Olhos vitrificados
e eu de ânimos desgastados.

Ela está perdendo o controle
O que eu posso fazer?
Seus olhos viajantes
São como buracos negros
Estou perdendo-a...
Ela vacila entre o nosso mundo e o dos outros que já se foram...







Parte IX
(As respostas estão dentro de você)


Olhe em volta
Veja o lugar que você pertence
Não tenha medo
Você não é a única e não está sozinha;

Não deixe o dia ir
Não o deixe acabar
Não deixe o dia ir, não permita que restem dúvidas,
as respostas moram dentro de você

A vida é curta
Então aprenda com seus erros
E continue atrás
das escolhas que fizer e que tem feito;

Encare cada dia
com os dois olhos bem abertos;
e tente entrar em ordem
Tenha sempre isso com você;

Você tem o futuro ao seu lado
Ele está sorrindo para você;
Você estará bem agora e continuará bem depois,
Pois qualquer que for sua decisão, qualquer coisa que decidir,
Você vai brilhar!

Não deixe o dia passar em vão,
E nunca permita que ele acabe com você,
Não permita que o dia se vá, largando dúvidas em seu coração,
As respostas moram dentro de você.







Parte X
(O primeiro dia)


Não diga nada,
Nem faça algo,
Você tem a chance de nascer de novo,
E se quiser, este pode ser o seu primeiro dia.

Escolha vivê-lo,
Erga o seu rosto com curiosidade pelo mundo,
Ache outra razão para ficar.
Cinzas em suas mãos
Misericórdia em seus olhos
Se você está procurando por um céu silencioso
E um pouco de sono eterno,
Você não encontrará aqui.

Olhe de outra maneira
Você não encontrará aqui
Esqueça... Não hoje...
Morra outro dia

A frieza dessas palavras
A mensagem em seu silêncio
Coloque a vela contra o vento...
Essa distância em minha voz
Não está te dando escolha
Se você está procurando uma hora para fugir...
Você não encontrará aqui.

Sua inocência de criança,
Vai desbotar com o tempo,
Mas Deus vai te dar em troca,
A sabedoria da simplicidade;
A benção de amar sem medo,
Por isso guarde cada benção,
Como se fossem inúmeros ensinamentos,
Em segredo.


Parte XI
(Silêncio profundo)


Acabaram-se as palavras,
Restaram apenas o meu afeto,
Todo o meu carinho e a minha atenção.

Mas isso não te importa,
Sei que minhas palavras te ajudam bem mais
que o calor do meu corpo.

Mantenho os pés no chão,
Silencio o meu corpo,
adormeço os meus beijos,
para que apenas a minha alma toque suas mãos.

Poema grande esse que fiz, não?
Foi para que minhas palavras ecoassem a minha voz
Quando você se encontrar no estado de silêncio profundo.

Não entre em desespero...
Não perca a vontade...
Quando tudo for um profundo silêncio,
Minhas palavras vão ameaçar a sua insanidade,
Quando tudo for apenas lágrimas,
Minhas orações acomodarão os seus desafetos.

Uma nova oportunidade para você;
Ouse vencer outra vez,
Mesmo que perca sempre,
Derrotada jamais.

Fim da linha garotinha,
Não há escolhas além de sobreviver...


A valsa da primavera

Parte I (Cegueira)

Meu amor o que eu mais desejo
Não passa de um beijo,
Eu até tento, mas minhas mãos não te tocam
E eu não te vejo.

Sou com um cego perdido em meu próprio coração
Entre a imagem que tenho de mim,
A imagem que criei de você
Suas palavras com o calor da tua voz,
O sonho de ter o seu cheiro em minha memória,
E tudo mais o que já nem lembro agora

Mas meu doce anjo não chore ainda,
Você não precisa de lágrimas nesse rosto de menina,
Vou dar-lhe de presente: devoção,
Para que nunca mais reclame: solidão.

Eu não enxergo o quanto realmente estou distante de você,
Quanta esperança terei de derramar até te encontrar,
De quantos sonhos despertar, acordar e não te encontrar,
Não sei há quanto tempo estou de calar teus segredos no calor do meu beijo.
Quanto será de desejo que irá escorrer pelos meus dedos


Parte II (Refrão e Nostalgia I)

Em ritmo de valsa eu me deito,
Rendendo-me em seus braços num leito,
Arremessando fantasias por todos os lados,
Aterrissando meus sonhos na realidade de um momento perfeito.

Amor se eu te chamo,
É para dizer que te amo,
Não quero nem pensar em me afastar de você.

Quando o amor é distância,
Saudade é veneno,
O corpo desiste fácil,
E o coração vai sofrendo.


Parte III (Suicídio)

Gostaria de arrancar de ti todo o seu sofrimento,
E fazer com que a maldade desse mundo,
Passasse bem longe de cada um de seus pensamentos.

Enxergar seus olhos vazios,
Quando a vida mais parece sinônimo de injustiça,
E o corpo já não mais faz questão de juízo.

Transformar a sensação de suicídio em luz.

Gostaria de te proporcionar,
Toda esperança que esse mundo pode dar.
Fazer da persistência o hábito de amar.

Enxergar teus punhos fechados,
Prontos para cobrir de socos qualquer que seja o destino.
E dê ao seu corpo o mais puro sentimento de alívio,

Para que não transforme luz em suicídio.

Parte IV (Refrão e Nostalgia II)

Em ritmo de valsa eu te deito,
Rendendo-te em meus braços encostando sua cabeça em meu peito,
Reunindo fantasias por todos os lados,
Aconchegando seus sonhos estilhaçados na realidade de um momento perfeito.

E é para dizer que te amo,
Amor quando eu te chamo,
Nem quero pensar em me afastar de você.

Quando o problema é a distância,
E o coração não é pequeno,
O corpo não desiste fácil,
E o amor vai crescendo.


Parte V (Reconstruindo o seu mundo)

Paixão intensa em um corpo que se anima,
Responsabilidade de menina.
Inteligente são os que te rodeiam,
Sábios os que bateram os olhos nas iniciais desses versos:
Compreenderam;
Lugar algum poderá salvar você de si mesmo,
A chance de se reconstruir estará sempre aqui.

Tão perto de você aceitar, entender,
E as cores do mundo voltarão a aparecer.

Ah, sim! E lá se foram todos aqueles dias pelo nosso passado,
Morreram a cada pôr-do-sol que se calou ao final do dia e com a chegada de um presente,
Ouviu-se falar muito pouco até mesmo de um passado recente.

! Um futuro bem planejado pode modificar nossa condição de gente!

Parte VI (Valsa e Primavera)

Se meus olhares te cercam,
E meus olhos se fecham,
Jamais terei tempo para entender,
Que um dia eu posso te perder.

Eu só espero a minha primavera chegar.

Ainda falta muito
Para que esse seja o fim.
Aqui não é o caminho para morrer,
Não, não será assim.

Me dê uma única chance
De te levar para bem longe,
Solidão ausente,
E Inocência de presente.

Eu só espero a minha primavera chegar.

E pela valsa eu continuo cada um de meus movimentos,
Sem me preocupar como gasto meu tempo,
E por favor, não tenha medo,
Viva comigo esse momento!

Diga ao suicídio, ódio, depressão
A cada sentimento do seu coração!
Todos são como meras feridas,
Por isso tenha a coragem de enfrentar a vida!

E... Faça a primavera chegar,
Faça a primavera chegar!